
Dia 23 de setembro, o 12º Forum de Varejo da América Latina, promoveu um painel sobre os chamados multicanais, na integração das mídias virtuais com a rede física de vendas. Relata o comportamento de 8 mercados internacionais e exemplifica boas práticas em cada. Os dados foram extraídos de uma mesma pesquisa, promovida pelos membros do grupo Ebeltoft, especializado em varejo, nos 20 mercados em que atuam.
Percebe-se que a tecnologia não se constitui em barreira, na medida em que está acessível em nível mundial. Muito mais do que ela, fatores econômicos e culturais são decisivos para o desenvolvimento dos negócios via web.
Entre as opiniões dos consultores convidados, há alguns consensos, os quais, então, devem ser considerados fundamentais:
- banco de dados único, capaz de gerenciar os contatos do cliente com a empresa. O cliente precisa ser reconhecido instantaneamente e com o máximo de informações, para estabelecer oportunidades de venda e relacionamento.
- telefonia celular, embora amplamente disseminada em todo o mundo – em muitos mercados o número de celulares é superior ao número de habitantes - não se configura no momento em opção consistente para a promoção ou realização de negócios.
- produtos padronizados – é onde está o potencial de crescimento mais rápido.
- integração entre rede física e virtual, com similaridade de estratégia e linguagem. Nem todo avanço tecnológico suprimiu a expectativa humana por familiaridade. Parte significativa das experiências de sucesso em e-commerce envolve vendas por internet com entregas nas lojas físicas, como um drive thru contemporâneo. Dá para entender: em parte dos grandes mercados, as famílias são cada vez menores e não têm quem possa receber os produtos em casa. Além disto, há a insegurança em relação aos meios de pagamento.
Mas há valores que precisamos compreender melhor:
Confiança é um critério de evolução: nos países onde há “cultura de confiança”, há crescimento mais rápido nas vendas pela internet, como é o caso dos países nórdicos, dos USA e da Austrália. Ao contrário, os latinos são mais sinestésicos. Precisam do contato com o produto, experiência sensorial e pessoalidade. Por isto, optam por sites de compra associados a redes de varejo acessíveis.
Outro fator importante é o tempo. Franceses e alemães o valorizam ao máximo. A opção de comprar pela rede e buscar na loja exprime o desejo de mudança.
Informação é valor. Em qualquer lugar e configurada de qualquer forma, a informação ainda é o grande bem da internet, quer seja ao vender diretamente; ao facilitar a pesquisa de preços; ao dinamizar o processo de compras; ao monitorar mercados informais, como o de leilões ou produtos usados; ao prestar serviços aos consumidores, agregando valor ao relacionamento.
O maior exemplo disto é o site chinês Alibaba, focado na busca de produtores. Basta pedir um ítem, que ele identifica possíveis fornecedores. Tem hoje 9M de “clientes” mundiais e 13M na China e pode tornar-se grande força influenciadora de consumo mundial.
Percebe-se que a tecnologia não se constitui em barreira, na medida em que está acessível em nível mundial. Muito mais do que ela, fatores econômicos e culturais são decisivos para o desenvolvimento dos negócios via web.
Entre as opiniões dos consultores convidados, há alguns consensos, os quais, então, devem ser considerados fundamentais:
- banco de dados único, capaz de gerenciar os contatos do cliente com a empresa. O cliente precisa ser reconhecido instantaneamente e com o máximo de informações, para estabelecer oportunidades de venda e relacionamento.
- telefonia celular, embora amplamente disseminada em todo o mundo – em muitos mercados o número de celulares é superior ao número de habitantes - não se configura no momento em opção consistente para a promoção ou realização de negócios.
- produtos padronizados – é onde está o potencial de crescimento mais rápido.
- integração entre rede física e virtual, com similaridade de estratégia e linguagem. Nem todo avanço tecnológico suprimiu a expectativa humana por familiaridade. Parte significativa das experiências de sucesso em e-commerce envolve vendas por internet com entregas nas lojas físicas, como um drive thru contemporâneo. Dá para entender: em parte dos grandes mercados, as famílias são cada vez menores e não têm quem possa receber os produtos em casa. Além disto, há a insegurança em relação aos meios de pagamento.
Mas há valores que precisamos compreender melhor:
Confiança é um critério de evolução: nos países onde há “cultura de confiança”, há crescimento mais rápido nas vendas pela internet, como é o caso dos países nórdicos, dos USA e da Austrália. Ao contrário, os latinos são mais sinestésicos. Precisam do contato com o produto, experiência sensorial e pessoalidade. Por isto, optam por sites de compra associados a redes de varejo acessíveis.
Outro fator importante é o tempo. Franceses e alemães o valorizam ao máximo. A opção de comprar pela rede e buscar na loja exprime o desejo de mudança.
Informação é valor. Em qualquer lugar e configurada de qualquer forma, a informação ainda é o grande bem da internet, quer seja ao vender diretamente; ao facilitar a pesquisa de preços; ao dinamizar o processo de compras; ao monitorar mercados informais, como o de leilões ou produtos usados; ao prestar serviços aos consumidores, agregando valor ao relacionamento.
O maior exemplo disto é o site chinês Alibaba, focado na busca de produtores. Basta pedir um ítem, que ele identifica possíveis fornecedores. Tem hoje 9M de “clientes” mundiais e 13M na China e pode tornar-se grande força influenciadora de consumo mundial.



